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Nova política de saúde mental gera polêmica

 A reforma psiquiátrica sugere atendimento a pacientes com doenças mentais graves em hospitais psiquiátricos. A proposta já chega com dualidade de opiniões sobre o novo regime psiquiátrico extingo há 16 anos atrás.

São vários os motivos que dividem as opiniões: de um lado profissionais dizem que o manicômio é inapropriado para o tratamento destes pacientes, uma indústria da loucura porque é um modelo discriminatório, aumenta o valor da manutenção e provoca mudança no financiamento do serviço psiquiátrico público, dificulta o atendimento multidisciplinar/ambulatorial ao paciente, entre outras justificativas.

Em contrapartida, a ala de profissionais a favor da reforma diz ser necessária para que ocorra um planejamento focado nas redes de atenção a pacientes adoecidos mentalmente; em casos muitos graves ou agudas da doença, o internamento poderá evitar casos de morte; maior suporte para as famílias destes pacientes durante as crises; etc.

Finalmente a discussão é ampla e inflamada, todavia faz emergir a necessidade para mudança e inclusão de problemas como a cracolândia em São Paulo e outros fatores sociais no país, os quais o poder público não possui uma resolução eficiente.

 

Assessoria de Comunicação

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