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A psicanalise nas redes sociais

 

Hoje o conhecimento é algo que consumimos quando nos conectamos com as diversas redes de relacionamento através da internet, é um produto a mão do indivíduo na busca por informação, compartilhamento mudando o processo nas relações interpessoais e cognitivas das pessoas.

Neste processo o tempo e o espaço são variáveis influentes nos principais sintomas de ansiedade e solidão, pois segundo o Psicanalista Crhistian Dunker no seu livro “Reinvenção da Intimidade – Políticas do Sofrimento Cotidiano” as redes afetam no comportamento humano de três maneiras: primeiramente na identidade, ou seja, quem somos logo a fluidez de signos revela um ambiente poluído de imagens, escritas e velocidade nas relações; a segunda maneira tange a demanda, pois cria-se a sensação de que o “clique” do outro é a coisa mais importante  na interação, criando uma visão equivocada sobre a qualidade da auto estima e o volume da inclusão; e por último a criação do ódio, quando o eu é diminuído a partir do momento em que o outro não corresponde e não segue a uma política de aceitação.

Além destes pontos de Dunker, psiquiatras revelam que o autocontrole é o ponto chave na indicação de um tratamento psiquiátrico, visto que se compararmos o excesso de tempo na internet com um dependente químico, o vício é uma disfunção comportamental. Nestes casos, a prescrição de medicamento para equilibrar o excesso faz necessário – de acordo com o psiquiatra Aderbal Vieira na matéria sobre “o medo de ficar de fora” ou “Fear Off Missing Out” (FOMO), no Estadão.

Também existem outros problemas comportamentais, as síndromes, evidenciadas pelo vicio sobre virtual revelam que o excesso na internet provoca o adoecimento emocional. Exemplo disto o estresse; a nomophobia ou ansiedade de ficar desconectado; síndrome do toque fantasma ou a sensação de que o celular está vibrando; cybersickness ou náusea digital ao interagir com ambientes virtuais; cibercondria ou a tendência que o usuário desenvolve ao acreditar que adquiriu doenças pesquisadas na internet, “médico virtual”- entre outras que estão por vir.

Finalmente cabe aos profissionais da psicanálise a função de estarem atentos sobre a complexidade dos problemas emocionais provenientes do mundo digital, na mesma medida da evolução tecnológica. Logo a cybercultura, com seu aspecto inovador, sempre oferecerá novas experiências e facilidades, desenvolvendo demandas compulsivas e crescentes sobre seus usuários como a ansiedade, o estresse, a dependência desregrada sobre o mundo virtual.

Assessoria de Comunicação

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